Mudas Nativas de Timbó

Mudas Nativas de Timbó

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ISSN 1517-5278
Taxonomia
De acordo com o Sistema de Classificação de
Cronquist, a taxonomia de Ateleia glazioveana
obedece à seguinte hierarquia:
Divisão: Magnoliophyta (Angiospermae)
Classe: Magnoliopsida (Dicotiledonae)
Ordem: Fabales
Famnia: Fabaceae (Papilionoideae, Leguminosae)
Espécie: Ateleia glazioveana Baillon; Buli. Soco
Linn. Paris 1:306, 1881.
Sinonímia botânica: Ateleia glaziowiana Moc. et
Sessé
Nomes vulgares no Brasil: cinamomo-bravo, no Rio Grande do Sul; maria-preta; timbé, em
Santa Catarina e timbózinho, no Rio Grande do Sul.
Nomes vulgares no exterior: timbó blanco, no Paraguai, e timbó raposa, na Argentina.
Etimologia: Ateleia, imperfeita, referindo-se à escassez do material typus; o nome
específico, glazioveana, lembra o renomado jardineiro francês Auguste François Marie
Glaziou (183€ a 1906), contratado por Dom Pedro 11e que realizou importantes obras na
cidade do Rio de Janeiro (Marchiori, 1995).
Descrição
Forma: árvore caducifólia, com 5 a 15 m de altura e 20 a 30 cm de DAP, podendo atingir
até 25 m de altura e 70 cm de DAP, na idade adulta.
Tronco: muito variável, dependendo do ambiente, no meio da floresta é reto. Fuste com
até 8 m de comprimento.
Ramificação: dicotômica. Copa pequena e alongada, de folhagem verde-amarelada.
Casca: com espessura de até 10 mm. A casca externa, nas árvores mais jovens é cinzaclara, lisa a quase lisa, escamosa e com presença de lenticelas. A casca interna é
amarelada; após incisão, oxida-se rapidamente.
Folhas: alternas, compostas, imparipinadas, com 20 a 40 cm de comprimento, contendo
de 21 a 30 folíolos alternos, lanceolados, membranáceos, de ápice longamente
acuminado e com 3 a 7 cm de comprimento, discolores, com nervura principal visível.
Flores: amareladas, reunidas em inflorescência terminal, com até 15 cm de
comprimento.2 Timbó
Fruto: samaróide, indeiscente, unisseminado,
semiorbicular, medindo 2,2 a 2,7 cm de comprimento
por 0,8 cm de largura, de cor amarelo-clara, com uma
ala pequena ao largo da sutura superior e com a
semente visível no centro.
Semente: de coloração avermelhada, lembrando um
feijão, com 4 a 4,5 mm de comprimento.
Biologia Reprodutiva e Fenologia
Sistema sexual: planta hermafrodita.
Vetor de polinização: principalmente as abelhas e
diversos insetos pequenos.
Floração: de outubro a janeiro, no Rio Grande do Sul e
de novembro a janeiro, no Paraná.
Frutificação: os frutos amadurecem de março a maio,
em Santa Catarina; de maio a junho, em São Paulo; de
abril a julho, no Paraná e no Rio Grande do Sul. O
processo reprodutivo inicia por volta dos quatro anos
de idade, em plantios.
Dispersão de frutos e sementes: os frutos do timbó
são dispersos pelo vento.
Ocorrência Natural
Latitude: 22°20′ S (Rio de Janeiro) a 30°03′ S (Rio
Grande do Sul).
Variação altitudinal: de 50 rn, no Rio Grande do Sul a
1.400 m de altitude, em Santa Catarina (Klein, 1960).
Distribuição geográfica: Ateleia glazioveana ocorre de
forma natural no extremo nordeste da Argentina, na
Província de Misiones (Martinez-Crovetto, 1963), na
Serra de Maracaju, no Paraguai (Michalowski, 1953;
Mohlenbrock, 1962).
No Brasil esta espécie ocorre nos seguintes estados
(Mapa 1):
• Paraná (Angely, 1965);
• Estado do Rio de Janeiro (Mohlenbrock, 1962);
‘. Rio Grande do Sul (Mohlenbrock, 1962; Reitz et
al.. 1983; Brack et al., 1985; Siverston &
Longhi, 1988; Amaral, 1990; Marona, 1992;
Balbueno & Alencastro, 1996; Longhi, 1997);
• Santa Catarina (Reitz et al., 1978; Negrelle &
Silva, 1992);
• Estado de São Paulo. Ateleia glazioveana não
ocorre naturalmente no Ceará, como assinalaram
Ducke (1959) e Parente & Queirós (1970), mas sim
A. ovata (Fernandes & Bezerra, 1982).
Aspectos Ecológicos
Grupo sucessional: espécie pioneira.
Características sociológicas: o timbó é uma espécie
precursora e agressiva, invadindo os campos. Jamais se
encontra no interior da floresta, embora muitas vezes
constitua a margem avançada dela. Apresenta
regeneração natural intensa fora da floresta primária.
Forma povoamentos densos, conhecidos por timbozais.
No noroeste do Rio Grande do Sul (Longhi, 1995) e
oeste de Santa Catarina, é considerada uma planta
invasora, tal é seu vigor reprodutivo e vegetativo.
Regiões fitoecológicas: Ateleia glazioveana é espécie
característica da vegetação secundária da Floresta
Estacionai Decidual, principalmente nas bacias dos rios
Uruguai e Paraguai (Rambo, 1953; Reitz et al.,1978,
1983). No oeste de Santa Catarina Klein (1960)
encontrou um agrupamento bastante característico
formando associação pioneira com Araucaria angustifolia,
dominado pela Ateleia glazioveana, que vem invadindo
em larga escala os campos naquela região, como
também os campos do noroeste do Rio Grande do Sul.
Na Argentina, ocorre na Selva Misionera (Dirnitri, 1975).
Clima
Precipitação pluvial média anual: desde 1,200 mm (Rio
de Janeiro) a 2.300 mm (Santa Catarina).
Regimede precipitações: chuvas uniformemente distribuídas,
na RegiãoSul, e periódicas, na RegiãoSudeste.
Deficiência hídrica: nula, sem estação seca definida, na
Região Sul, a moderada, com até três meses secos, na
Região Sudeste.
Temperatura média anual: 15,5°C (Caçador, SC) a
19,8°C (São Luís Gonzaga, RS).
Temperatura média do mês mais frio: 10,7°C (Caçador,
SC) a 14,3°C (São Luís Gonzaga, RS).
Temperatura média do mês mais quente: 20°C (Caçador,
SC) a 25,3°C (São Luís Gonzaga, RS).Temperatura mínima absoluta: – 10,4°C (Caçador, SC).
Número de geadas por ano (amplitude): médio de zero
a 30; máximo absoluto de 57 geadas, na Região Sul.
Tipos climáticos (Koeppen): subtropical úmido (Cfa);
temperado úmido (Ctb) e subtropical de altitude
(Cwb), no Rio de Janeiro.
Solos
o timbó ocorre em vários tipos de solos, sendo
comum em solos muito pedregosos e de pouca
profundidade. Devem ser evitados os solos
excessivamente úmidos e mal drenados. Em plantios
experimentais, tem crescido melhor em solo com
propriedades físicas adequadas como, profundo, bem
drenado e com textura que varia de franca a argilosa,
e de fertilidade química alta.
Sementes
Colheita e beneficiamento: as sementes são extraídas
manualmente, do fruto. É possível o beneficiamento
mecânico, com boa eficiência, utilizando-se uma
máquina trituradora de grãos, adaptada para sementes
florestais (Ragagnin & Dias, 1985). As sementes do
timbó representam 57,4% do peso dos frutos.
Número de sementes por quilograma: 13..170 (Alcalay
et al., 1988) a 24.000 (Lorenzi, 1992).
Tratamento para superação da dormência: não
apresenta dormência. Contudo, recomenda-se imersão
em água fria por 24 a 48 horas para embebição, para
acelerar a germinação (Longhi et al., 1984).
Longevidade e armazenamento: as sementes do timbó
são de comportamento ortodoxo. Sementes com
faculdade germinativa inicial de 90%, armazenadas em
tamboretes em câmara fria (3 a 5°C e 92% de UR),
mantiveram a germinação, dois anos após o
armazenamento.
Produção de Mudas
Semeadura: recomenda-se semear em sementeira e
depois repicar as plântulas para sacos de polietileno
com dimensões mínimas de 20 cm de altura e 7 cm de
diâmetro, ou em tubetes de polipropileno de tamanho
médio. A repicagem deverá ser efetuada duas a cinco
semanas após a germinação.
Timbó 3
Germinação: epígea, com início entre dez a 70 dias
após a semeadura. O poder germinativo é alto (até
100%), em média 80%. As mudas atingem porte
adequado para plantio, cerca de seis meses após a
semeadura.
Cuidados especiais: Ataides et aI. (1996) recomendam o
uso de 70% de solo de campo + 30% esterco bovino,
como substrato em nível de campo para o timbó.
Associação simbiótica: as raízes do timbó associam-se
com Rhizobium, apresentando nódulos do tipo
astragalóide (Faria et al.. 1984a). Porém, mudas com
cinco meses de idade não apresentaram nodulação
(Gaiad & Carpanezzi, 1984). Já mudas com doze meses
de idade apresentaram intensa nodulação espontânea no
viveiro da Embrapa Florestas, em solo contendo
Rhizobium de bracatinga (Mimosa scabrella).
Propagação vegetativa: pode também ser multiplicado
por estacas de ramos e de brotações de raízes (Maixner
& Ferreira, 1976).
Características Silviculturais
O timbó é uma espécie heliófila e medianamente
tolerante a baixas temperaturas, na fase juvenil.
Hábito: sem dominância apical definida e com
bifurcações e ramificação pesada. Necessita de desrama
artificial, poda de condução e dos galhos.
Métodos de regeneração: o timbó pode ser plantado: a
pleno sol, em plantio puro, em função de suas
características ecológicas, ou em plantio misto,
associado com espécies secundárias a clímax ou que
necessitam de sombra na fase jovem. Apresenta
brotação vigorosa após corte.
Sistemas agroflorestais: plantas de timbó provenientes
de regeneração natural são usadas para sombreamento
de animais no oeste de Santa Catarina, após raleamento.
O timbó proporciona sombra rala à pastagem,
constituindo-se em espécie importante para sistemas
silvipastoris, especialmente em áreas carentes de abrigos
para os animais (Ferreira & Trevisan, 1984). A espécie é
caduca no inverno.
Crescimento e Produção
O crescimento do timbó é lento a moderado (Tabela
13). A produtividade volumétrica máxima obtida em
plantios foi 9,80 m3
jha.ano-1
. O baixo crescimento
observado em Concórdia – SC, deveu-se às geadas
fortes verificadas em todos os quatro anos do
experimento.4 Timbó
Características da Madeira
Massa específlca aparente: a madeira do timbó é
moderadamente densa (0,50 a 0,76 g/cm3
), a 12% de
umidade (Silva, 1967), e (0,72 a 0,81 q/crn”) a 15% de
umidade (Stillner, 1980).
Cor: alburno e cerne não diferenciados, amarelados.
Caracterrsticas gerais: casca e alburno desprendem odor
forte e desagradável.
Durabilidade natural: madeira de baixa durabilidade natural,
facilmente atacada por carunchos (Boiteaux, 1947).
Preservação: necessário tratamento preservante para
obras externas. A madeira apresenta fácil absorção.
Produtos e Utilizações
Madeira serrada e roliça: a madeira do timbó é pouco
apreciada, geralmente com uso local em construção civil,
obras internas, forro, sarrafos, ripas, caixotaria, carpintaria, confecções de objetos leves. Eventualmente é usada
em dormentes e mourões de baixa duração (Stillner, 1960).
Segundo Marchiori (1997), merece estudo a viabilidade do
timbó para a produção de lâminas faqueadas.
Energia: apresenta baixo poder calorífico, sendo
recomendada para a geração de gás pobre.
Celulose e papel: espécie inadequada para este uso.
Outros Produtos
A planta possui propriedades inseticidas (Michalowski,
1953) e contêm isoflavonas que tem ação ictiotóxica
(Méndez & Riet-Correa, 2000).
Constituintes qufrnicos: Marona (1992) constatou a
presença de três aminoácidos não proteícos em folhas,
pericarpo alado e nas sementes desta espécie.
Outros Usos
Alimentação animal: a forragem do timbó apresenta
21 % de proteína bruta e 5% de tanino (Leme et al..
1994). É a planta tóxica mais importante para o
noroeste do Rio Grande do Sul e oeste de Santa
Catarina (Méndez & Riet-Correa, 2000). A ingestão de
suas folhas causa aborto em bovinos, ovinos, e
eqüinos, e provavelmente caprinos. Em bovinos os
abortos ocorrem em qualquer período gestacional,
geralmente entre os meses de novembro e maio,
porque no inverno, de junho a setembro, a planta fica
sem folhas. A freqüência de abortos é variável, tem
sido de 10% até 40% das vacas prenhes (Méndez &
Riet-Correa, 2000). No Paraguai, é considerada
venenosa para o gado (Michalowski, 1953).
Medicinal: o carvão do timbó (chá) costumava-se usar
para apendicite e passar nas juntas e pernas das
crianças para fortalecê-Ias na fase de começar a
caminhar (Franco & Fontana, 1997).Reflorestamento para recuperação ambiental: espécie
recomendada para conservação, recuperação de solos e
de ecossistemas degradados, podendo constituir
alternativa para o controle de voçorocas, devido ao seu
sistema radicial, que é pivotante, vigoroso e de grande
agressividade, estabelecendo-se por plantio direto das
sementes (Ferreira & Trevizan, 1984). Pode, também, ser
plantada em matas ciliares em locais sem inundação
(Ferreira, 1983).
Principais Pragas
Em viagem, março de 2001, a Erechim – RS e
municípios próximos, no noroeste gaúcho,
pesquisadores da Embrapa Florestas, detectaram, na
região, uma praga que, grosseiramente, atacou ao
menos uns 50% das árvores nativas de idades
mediana e adulta. A praga é uma lagarta pequena (uns
2 cm de comprimento) que desfolha as copas e
refugia-se no interior de uma teia esbranquiçada que
tece, onde também defeca. O empupamento dá-se
fora dessa teia, pois não foram encontradas pupas ali.
As árvores atacadas têm, de modo estimado, 70% a
100% da folhagem destruída e substituída pelas teias
brancas. Como o timbó é uma árvore abundante na
região, as copas brancas nas matas são muito
evidentes na paisagem. Segundo informações de
moradores locais antigos, a ocorrência de árvores com
o mesmo sintoma é cíclica, ocorrendo em espaços
longos (por exemplo dez anos) ou às vezes, em dois
anos seguidos. Há necessidade de observações
melhores sobre o assunto.
Os mesmos pesquisadores, detectaram a praga
também na região contígua de Santa Catarina
(Concórdia e proximidades), onde o timbó e menos
freqüente e o ataque pareceu menos intenso por
percento de árvores e por árvore. Finalmente, na
Embrapa Florestas, em Colombo – PR (onde a espécie
não é nativa, nem há exemplares próximos em um raio
de ao menos 300 km). foi detectado ataque leve, com
o mesmo sintoma. O timbó é uma espécie não atacada
pelas formigas cortadeiras.
Espécies Afins
A posição taxonômica do gênero Aleteia é considerada
como papilionácea com afinidades com as caesalpiniaceas
(Polhill & Raven, 1981). Ateleia (Sessé & Moc. ex DC.) D.
Dietr., é um gênero neotropical, com aproximadamente
17 espécies distribuídas desde o México e índias
Ocidentais até o sul do Brasil e o extremo nordeste da
Argentina (Mohlenbrock, 1962). No Brasil, além de
Timbó 5
Ateleia glazioveana ocorrem A. ovata Mohlenbrock, na
Serra da Ibiapaba, Serra do Araripe e Serra de Baturité, no
Ceará (Fernandes, 1990), e em Goiás, e A. herbert-smithii
Pittier, com ocorrência principalmente na América Central,
chegando até a Amazônia brasileira.
Ateleia glazioveana ocupa uma área geográfica isolada em
relação às demais especies do gênero, sendo de
ocorrência mais austral que as outras. Adicionalmente, no
gênero, esta espécie difere das demais devido à forma e
número dos folíolos, formato do fruto, e por suas
pequenas sementes de cor preta (Mohlenbrock, 1962).
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