Palmeiras Jeriva

Palmeiras Jeriva

Somos plantadores de Palmeiras Jeriva , para quem quiser reflorestar sua APP a palmeira jerivá é nativa da região da mata atlântica e temos em vários tamanhos , podemos envia-las em vasos de plásticos e as maiores em torrão , não deixe de nos consultar temos em grande quantidade .

O nome botanico das Palmeiras Jeriva  (Syagrus romanzoffiana)
A palmeira Syagrus romanzoffiana (Cham.) Glassman, da família
Arecaceae, conhecida popularmente como jerivá, jarivá e
coquinho, ocorre desde o Norte do Brasil até o Rio Grande do Sul,
em quase todas as formações vegetais. Existem variações
morfológicas dessa espécie dependendo da região de ocorrência.
A espécie é monóica, com indivíduos apresentando de 10 m a
25 m de altura, estipe único, anelado, variando de 15 cm a 40 cm
de diâmetro.

As sementes do jerivá ou palmeiras jeriva  constituem uma fonte razoável de proteínas
e significativa de fibras alimentares e de selênio. As sementes
apresentam também lipídios, o que lhes confere maior valor
calórico. O elevado índice de cobre encontrado nessas sementes
mostra uma possível toxicidade, se ingeridas in natura, como
alimento. As flores do jerivá são de grande potencial apícola,
produzindo pólen e néctar .
O fruto dessa palmeira fornece polpa adocicada comestível, sendo
de grande importância na alimentação. No Brasil, em algumas
regiões, o palmito dessa palmeira é muito apreciado, embora
apresente gosto ligeiramente amargo. É indicada na medicina
popular como diurética, contra o amarelão e diarréia. A palmeira é
altamente decorativa e muito usada em projetos paisagísticos,
principalmente no Sul do Brasil. Os frutos são procurados por
várias espécies de animais, o que a torna recomendável para o
do jerivá são compostas, espiraladas, pinadas, medem de 2 m a
3 m de comprimento. Os folíolos são estreitos e lanceolados,
verde-escuros na face superior e mais pálidos na inferior,
irregularmente distribuídos em vários planos ao longo do ráquis
(BARROSO et al., 2002).
Fenologia reprodutiva (floração e frutificação)
A floração ocorre quase o ano inteiro, com maior intensidade entre
os meses de setembro e março, e a maturação dos frutos ocorre
principalmente entre os meses de novembro e janeiro, no período
em que as temperaturas e a precipitação são mais elevadas. Uma
segunda floração ocorre no inverno, porém com menor intensidade
(Tabela 1). As flores agrupam-se em inflorescências interfoliares,
protegidas por um tegumento acanoado, que mede de 1,2 m a 1,6
m de comprimento. Espádice (cacho) de 80-120 cm de
comprimento. Os frutos são lisos, carnosos, amarelo-alaranjados e
com polpa fibrosa (BARROSO et al., 2002).
plantio em agrupamentos mistos de áreas degradadas de
preservação permanente.

A Embrapa Florestas monitora a fenologia vegetativa e reprodutiva
de 20 indivíduos do jerivá, em áreas da Floresta Ombrófila Mista,
no Estado do Paraná. As avaliações estão sendo realizadas
seguindo o método de Fournier (1974), que estima a intensidade
(%) de cada fenofase por meio de uma escala intervalar semi
quantitativa de cinco categorias (0 a 4), com intervalos de 25%
entre cada uma delas. A descrição morfológica das folhas, flores e
frutos está sendo caracterizada de acordo com a sistemática
vegetal (BARROSO et al., 1999; BARROSO et al., 2002).
Fenologia vegetativa (brotação foliar e queda das folhas)
Durante todo o ano, a espécie apresenta a copa totalmente
formada. Quando ocorre a queda de uma das folhas, duas folhas
novas encontram-se em fase de crescimento (Tabela 1). As folhas
Referências
BARROSO, G. M.; COSTA, C. G.; GUIMARÃES, E. F.; ICHASO, C. L.; PEIXOTO,
A. L. Sistemática de angiospermas do Brasil. 2. ed. Viçosa, MG: UFV, 2002.
v. 1, 304 p.
FOURNIER, L. A. Un método cuantitativo para la medición de características
fenológicas en árboles. Turrialba, v. 24, n. 4, p. 422-423, 1974.
Fonte: http://www.cnpf.embrapa.br/publica/folders/Fenologia_Jeriva.pdf

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